O sargento reformado da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, foi expulso da corporação.
Segundo a assessoria de imprensa da PM fluminense, ele foi “excluído” da corporação na última quarta-feira (8).
Justiça do Rio mantém prisão de acusados da morte de Marielle.Justiça condena Ronnie Lessa a 13 anos de prisão por venda de armas.Moraes concede liberdade provisória a ex-comandante da PM-DF.Ronnie Lessa e outro acusado dos homicídios, o ex-policial militar Élcio Queiroz, estão presos desde março de 2019. Eles respondem por duplo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emboscada e recurso que dificultou a defesa da vítima) e pela tentativa de homicídio contra uma assessora de Marielle, que sobreviveu.
Além do processo relativo ao homicídio, Lessa já teve prisão preventiva decretada por lavagem de dinheiro e foi condenado em processos por tráfico internacional de armas e por ocultação das armas usadas no assassinato de Marielle e Anderson.
A vereadora e o motorista foram mortos a tiros em 14 de março de 2018, na região central da cidade, quando voltava para sua casa.
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