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Novos projetos vão integrar o Plano de Saúde nas Favelas do Rio – Agência Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) inicia nesta quinta-feira (31) a execução de 36 novos projetos financiados pelo Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio. A nova fase amplia a atuação do Plano de oito para 18 municípios do estado, a partir do repasse de R$ 13,6 milhões escalonados até 2025. 

Os recursos serão investidos em iniciativas de R$ 150 mil até R$ 500 mil para promoção da segurança alimentar, educação, empregabilidade, saúde mental, sustentabilidade e comunicação nas favelas.

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O assessor de Relações Institucionais da Fiocruz, Valber Frutuoso, destaca a inovação dessa nova fase, que é a integração da instituição com as comunidades e com as favelas. 

“Com a inclusão de novas organizações, podemos estabelecer um diferencial importante no processo de discussão quanto à saúde nos territórios em situação de vulnerabilidade, nas favelas e naqueles que mais precisam de uma atenção próxima de serem ouvidos, de serem considerados num processo de construção. Com isso, trabalharmos de maneira integrada, visando a elaboração de políticas públicas que reflitam a necessidade da comunidade e que possam gerar resultados positivos”, diz Frutuoso. 

Segundo ele, as ações fortalecem o Sistema Único de Saúde (SUS) e vão ao encontro do que o Ministério da Saúde tem pregado, que é de dar atenção aos que mais necessitam de cuidado.

O projeto conta com a participação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ), além da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

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