Os principais clubes europeus serão limitados a gastar no máximo 70% de suas receitas em seus elencos sob as novas “regulamentações de sustentabilidade financeira” aprovadas pelo comitê executivo da Uefa nesta quinta-feira (7).
A nova política substituirá o sistema anterior de Fair Play Financeiro e introduzirá uma “regra de custos do elenco” que limitará os gastos com salários, transferências e taxas de agentes.
The #UEFAExCo has approved new Club Licensing and Financial Sustainability Regulations.
Featuring three key pillars of solvency, stability and cost control, new rules will come into force in June 2022.
Full story: ⬇️
— UEFA (@UEFA) April 7, 2022
O número de 70% será alcançado após um período de transição de três anos, caindo gradualmente de 90%.
“O primeiro regulamento financeiro da Uefa, introduzido em 2010, cumpriu seu objetivo principal”, disse o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, na reunião do comitê executivo da entidade em Nyon. “Ele ajudou a recuperar as finanças do futebol europeu e revolucionou a forma como os clubes de futebol europeus são administrados. Entretanto, a evolução da indústria do futebol, juntamente com os inevitáveis efeitos financeiros da pandemia, mostraram a necessidade de uma reforma por atacado e novas regulamentações de sustentabilidade financeira”.
A Uefa acrescentou que os prejuízos aceitáveis duplicarão de 30 milhões de euros em três anos para 60 milhões de euros durante o mesmo período.
A nova regulamentação entrará em vigor em junho de 2022.
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